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Sábado, 26 de Janeiro de 2008

Insucesso ou Conclusão do secundário

 

Este foi um dos temas mais falados em 2007 por toda a contestação de horário e de professores, e que devido a um trabalho de uma das minhas disciplinas, do meu curso ela me pediu para falar sobre a conclusão do secundário, e que por acaso deu-me gosto em escrever sobre isso.

Espero que gostem deste texto porque fala de coisas que ainda hoje se fala e que é necessário reformular o ensino em Portugal.

Aqui deixo-vos o texto:

 

Nos tempos que decorrem, é cada vez mais importante a conclusão do ensino secundário, não só em termos sociais mas também para uma melhor qualificação Professional.

            É necessário os jovens terem maior formação, pois o mercado é muito competitivo, e com o desenvolvimento de novas tecnologias, irá abrir novas empresas especializadas, requerendo pessoal qualificado para o trabalho.

            Sendo Portugal, um dos países com maior taxa de insucesso escolar, têm-se criado medidas de forma a abranger todo o tipo de jovens, desde deficientes a jovens que percam o interesse pela escola.

            Uma das medidas de combate ao insucesso escolar foi a criação dos cursos CEF (Curso de Educação e Formação) que permite aos jovens que tem maiores dificuldades de aprendizagem a especializarem-se numa determinada área Professional, e de certa forma a combater o insucesso escolar de alguns jovens que já tiveram um aproveitamento até ao 11ºano mas que faltam algumas disciplinas de 12ºano (que é o meu caso).

            O curso que eu frequento tem a duração de um ano e que se no final correr tudo bem, terei o 12ºano a nível europeu e sem fazer exames nacionais e um certificado de habilitações como técnico de análises laboratoriais.

            Na grande parte da U.E os requisitos mínimos de escolaridade é o secundário. Uma percentagem significativa é licenciado e que apesar de puderem estar ou não empregados, já atingiram dois dos muitos objectivos: acabaram o seu secundário e depois a universidade.

            O Governo deverá continuar a investir na educação e formação de jovens profissionais, pois apesar de eles terem uma grande parte da culpa do insucesso, mas nós alunos também deveríamos pensar em maneiras de aproveitar o estudo e vocacionarmo-nos para a área na qual temos maior vocação.

 

música: N.E.R.D - She wants to move
servido por sigacafe às 00:07

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8 comentários:
De caloirinha a 27 de Janeiro de 2008 às 03:48
Eu tenho uma opinião muito própria sobre o assunto. Devia ser proibido, mas proibido mesmo a sério, deixar os adolescentes ficarem sem o 12 ano. Há coisas essenciais que só se aprendem chegam a essa etapa, que só se atingem com o 12 ano. Claro que concordo com os cursos que dão equivalências. Mas também acho muito injusto uma coisa, e atenção que vou falar da escola aqui da minha terra, não estou a generalizar. Na escola profissional daqui os professores dão as notas aos alunos, eles copiam o que querem e tudo o resto. Para mim isso não é ajudam os alunos a ficam com o 12 ano, é sim ajudar estar a educá-lo e passar-lhes a noção de que na vida tudo se consegue a brincar e com pouco esforço. Não levem a mal o que disse, só digo isto porque é o que se passa aqui. E ajudar é uma coisa, agora carregar os alunos nas costas e dar-lhes tudo é outra. Como referes, o estudo não é aproveitado, ainda vivemos numa sociedade em que os estudos são vistos como não servindo para nada e aqueles que os têm ficam no desemprego, como é suposto os adolescentes lidarem com esta ambiguidade? Existem tantas coisas neste país que estão mal, e o governo esquece-se que a educação é muito importante. Os jovens de hoje vão ser os governados de amanhã...

Tenho medo do futuro, para ser honesta.

Fiquem bem* e desculpem qualquer coisinha...
De caloirinha a 27 de Janeiro de 2008 às 03:50
*governadores
De sigacafe a 28 de Janeiro de 2008 às 21:22
tens razão e claro que os cursos profissionais são um bocado leves porque normalmente são pessoas que querem se despachar e que quanto menos esforço fizerem melhor, mas ai cabe ao professor obrigar o aluno interessar-se mais pelo estudo e arranjar plano de fazer com conteúdos agradem mais aos alunos...
De mundodesonhos a 28 de Janeiro de 2008 às 00:08
Eu também tenho uma opinião muito própria sobre este assunto. Sou a favor do 12.º ano e dos cursos que lhes dão equivalência, mas não sou a favor (nem de longe) àquilo que é actualmente tão badalado e designado por Novas Oportunidades. Não concordo porque se dá a noção que não vale a pena estudar, mais vale ir trabalhar, porque depois vai-se a meia dúzia de reuniões, meia dúzia de aulas e meia dúzia de composições e tenho o 9.º ou o 12.º ano. E ainda tenho direito a um portátil por uma pechincha com acesso à net. E desculpem se há aqui gente nessa situação, ou que tenha (tido) os pais nessa situação, mas a realidade é que é essa a ideia que transparece.
Quanto às escolas profissionais, cada caso é um caso, e eu falo da escola onde trabalho (Guarda), onde os alunos não passam ao colo. Obviamente que se facilita um pouco nas disciplinas mais teóricas (como é o caso da minha - Psicologia), mas têm uma grande carga nas disciplinas práticas, com uma enorme carga horária e acreditem que eles fazem um esforço muito grande para aguentar a pressão de uma avaliação modular (e não trimestral ou semestral).
No ano passado trabalhei numa escola EB 2/3, e posso dizer-vos que tinha alunos de 5.º e 6.º ano que odeiam a escola. Odeiam. Nunca foram incentivados para estudar, não têm suporte em casa para tal, como é que se pode pedir que estes alunos fiquem na escola até ao 12.º ano, ou que esperem pelo 9.º ano para seguir uma via profissionalizante?? Caso não saibam, os cursos de via profissional de acesso ao 9.º ano são de difícil acesso (só para casos especiais) e os alunos têm de ter 15 anos... (ou outras condições especiais). Então reprovamos os alunos até terem idade para entrarem nos ditos cursos? Acabamos-lhes com o que resta das suas motivações e auto-estima??
Concordo que o 12.º ano seja obrigatório, numa época em que a nossa sociedade aumenta as exigências académicas no mundo de trabalho, mas apenas concordo com isso se forem repensadas medidas e estruturas educativas que permitam dar resposta a todos os alunos. TODOS mesmo.
Tenho alunos no ensino profissional que mudaram para lá porque tinham dificuldades no ensino regular, mas também os há que foram porque querem (e eram bons alunos no ensino normal). Mas não podemos mandar os alunos para casa porque não há resposta para as motivações deles, nem os podemos manter num ensino que não lhes diz rigorosamente nada. E só quem nunca deu um aula onde há alunos desmotivados e perturbadores à custa disso é que pdoe afirmar que com esforço, tudo se consegue...
De mundodesonhos a 28 de Janeiro de 2008 às 00:14
E podíamos também falar do acesso ao ensino superior para maiores de 23, mas depois o post ficava (ainda mais) gigante, por isso fica para uma próxima! :)
De Andreia a 28 de Janeiro de 2008 às 14:44
Concordo com 'mundodesonhos'... Se há facilidades para os alunos em ensino especial, desconheço! Pelo que sei o ensino especial também não se torna fácil...
De mundodesonhos a 28 de Janeiro de 2008 às 16:42
Andreia... ensino especial é diferente de ensino profissional ou tecnológico!! O ensino especial são as escolas especiais para deficientes (tipo APPACDM ou CERCI's), e aí obviamente que os conteúdos são diferentes, muito mais vocacionados para o ensino de uma profissão e para a aquisição da autonomia (coisas tão simples como contar dinheiro, ver horários de autocarros, pagar a luz,... depende!!). O ensino profissional / tecnológico não é mais fácil que o ensino regular, tem apenas outros objectivos, nomeadamente a formação mais específica numa área e a obtenção de uma certificação numa dada profissão.
De sigacafe a 28 de Janeiro de 2008 às 23:10
É claro que certos alunos e quando são novos normalmente querem andar na rua a brincar e jogar à bola, mas o incentivo também poderá vir de casa, em que nos casos especiais os pais deviam incentivar os filhos a fazer mais um esforço na escola para ver se ao menos concluem o 9ºano. Acerca dos cursos das novas oportunidades é uma medida de combate contra o insucesso escolar mas ainda está numa fase inicial, e que certo modo, ainda não se tem frutos e que mais uma vez o governo se não criar estruturas para albergar tantos alunos com o curso professional feito irá fazer com que o desemprego aumente alarmantemente, o que irá colocar ainda mais no topo das estatísticas da U.E. o que seria uma pena.

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