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22
Abr08

 

"Oje não tenho nada para escrever. Não me aconteceu nenhuma ação digna de registo, e eu que estou tão abituado a que isto não aconteça.

Acho que simplesmente existem dias assim, mais armoniosos ...!

Certas pessoas fazem um abaixoassinado para que aja dias mais complicados, acham-nos ótimos , mas eu adoto a ideia de que os dias quanto mais calminhos tanto melhor. Sinto-me um ator num filme do Manuel de Oliveira.

Não me interpretem mal, até sou um gajo ativo e isto na atualidade até é importante, pois é disso que gostam os mandachuvas da nossa sociedade como o carlos e o manuel .

Mas o fato é que eu facilmente me abituava a ter dias em que as oras parecessem andar mais devagar e que eu não tivesse nada para fazer...!"              Jota

 

 

Digam-me uma cena...este meu texto aqui em cima não vos irritou até às profundezas das vossas almas???

É que (especialmente) o oje " e as "oras" ainda me estão a irritar por tê-las escrito daquela maneira!!!!!!

Mas porque raio é que vão fazer um acordo ortográfico (que mais me parece um desacordo)?

Na minha ideia, deve haver (e não aver ") um acordo ortográfico quando as pessoas que falam e escrevem uma língua, fazem-no de maneira diferente às regras dessa mesma língua . Aí, as regras devem ser mudadas pois as regras antigas tornam-se obsoletas visto que ninguém as utiliza!

E, neste caso parece-me que é exactamente o contrario!!!!

Cabe na cabeça de algum falante da língua Portuguesa (ah, que já agora é a 4ª língua mais falada em todo o mundo) tirar os H's de muitas das palavras do Português (pelo que li até agora sobre o assunto, a excepção é "humano" e pouco mais)?

Cabe na cabeça de alguém tirar as consoantes mudas de muitas das palavras? (é que "ação " e "fato" ficam mesmo feios)

Porquê a retirada do hífen de muitas palavras como abaixo-assinado ou manda-chuva?

Porquê a retirada de muitos acentos em palavras como "pêlo" ou "pára"?

Porquê que não se vai poder escrever com letra maiúscula os nomes dos meses, os pontos cardiais e os nomes próprios de pessoas que estamos a falar e outras pessoas não as conhecem?

Façam como eu e assinem a petição contra o acordo ortográfico!!!

Fiquem bem

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Este foi um dos temas mais falados em 2007 por toda a contestação de horário e de professores, e que devido a um trabalho de uma das minhas disciplinas, do meu curso ela me pediu para falar sobre a conclusão do secundário, e que por acaso deu-me gosto em escrever sobre isso.

Espero que gostem deste texto porque fala de coisas que ainda hoje se fala e que é necessário reformular o ensino em Portugal.

Aqui deixo-vos o texto:

 

Nos tempos que decorrem, é cada vez mais importante a conclusão do ensino secundário, não só em termos sociais mas também para uma melhor qualificação Professional.

            É necessário os jovens terem maior formação, pois o mercado é muito competitivo, e com o desenvolvimento de novas tecnologias, irá abrir novas empresas especializadas, requerendo pessoal qualificado para o trabalho.

            Sendo Portugal, um dos países com maior taxa de insucesso escolar, têm-se criado medidas de forma a abranger todo o tipo de jovens, desde deficientes a jovens que percam o interesse pela escola.

            Uma das medidas de combate ao insucesso escolar foi a criação dos cursos CEF (Curso de Educação e Formação) que permite aos jovens que tem maiores dificuldades de aprendizagem a especializarem-se numa determinada área Professional, e de certa forma a combater o insucesso escolar de alguns jovens que já tiveram um aproveitamento até ao 11ºano mas que faltam algumas disciplinas de 12ºano (que é o meu caso).

            O curso que eu frequento tem a duração de um ano e que se no final correr tudo bem, terei o 12ºano a nível europeu e sem fazer exames nacionais e um certificado de habilitações como técnico de análises laboratoriais.

            Na grande parte da U.E os requisitos mínimos de escolaridade é o secundário. Uma percentagem significativa é licenciado e que apesar de puderem estar ou não empregados, já atingiram dois dos muitos objectivos: acabaram o seu secundário e depois a universidade.

            O Governo deverá continuar a investir na educação e formação de jovens profissionais, pois apesar de eles terem uma grande parte da culpa do insucesso, mas nós alunos também deveríamos pensar em maneiras de aproveitar o estudo e vocacionarmo-nos para a área na qual temos maior vocação.

 

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